
Jovens da capital saem vestidos de bota, chapéu e cinto como verdadeiros peões americanos, para curtir a badalada noite da cidade.
Influências interioranas chegam á capital.A procura por casas especilizadas em sertanejo tem crescido nos últimos tempos graças à maior divulgação do gênero e a dimunição do preconceito.Desde o início, a música Sertaneja focava um público classe média urbanizado, e nos últimos tempos o estilo tem ganhado os paulistanos.
A novela América da rede Globo despertou a curiosidade de muitas pessoas que desconheciam a cultura sertaneja, o modismo conquistou muitos adeptos e aumentou o público. As festas de peão nunca tiveram tanto público, neste ano o rodeio de Barretos recebeu milhares de pessoas.
A música Caipira começou sua transformação rumo ao sertanejo a partir da incorporação de elementos latinos e norte americanos em meados da década de 40. Nos anos 80 já restilizado nos moldes da indústria Cultural, a Moda de Viola massificou-se através do sertanejo solidificado com o grande sucesso Xitãozinho & Xororó.
Os curiosos apelidados de “abelhas” em certo aspecto desagradavam os fiéis às casas especializadas no assunto, afirma Cleber Marinho Lopes, Barman do Villa Country, a casa mais famosa de São Paulo que faz shows de artistas como Bruno e Marrone e chega a receber 11.000 pessoas em uma noite, porém, muitos dessses "abelhas" se encantaram pelo estilo e tornaram-se fãs de carteirinha“o sertanejo não é uma moda, é um estilo de vida” diz Tadeu Simogini, freqüentador assíduos de casas noturnas country e dos grandes rodeios de peão.
Hoje o "caipira" está se modificando, ao invés da vida tranqüila do interior o novo "jeca" anda de pick-up e participa de rodeios, uma transfomração que não supreende no país da miscigenação.
Por Joyce Mackay e Marina Sartori
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